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MODELO OPERACIONAL
ZERO DESPERDÍCIO

O Modelo Operacional ZERO DESPERDÍCIO objetiva a recuperação de excedentes alimentares em rede. Um modelo de pessoas para pessoas, que beneficia do suporte de uma plataforma tecnológica dotada de ferramentas de Business Intelligence, que permite conectar entidades à escala nacional, recolher dados relativos às doações realizadas e medir impactos sociais, económicos e ambientais. Um modelo em constante adaptação e evolução face às necessidades, como as provocadas pela Covid-19. Um modelo sempre em estreita colaboração com as autoridades nacionais, que assegura a higiene e a segurança alimentar ao longo de todo a cadeia de doação alimentar.

 
 

A ZERO DESPERDICIO faz chegar todas as doações a pessoas em situação de carência, num MOVIMENTO ZERO DESPERDÍCIO composto por retalhistas, restaurantes e similares, entidades públicas, organizações sociais e de solidariedade locais, todos juntos em prol da sociedade e do meio-ambiente. A recuperação de excedentes alimentares não só permite acabar com a fome, como permite poupar o investimento financeiro necessário para alimentar as pessoas em carência alimentar; não só permite otimizar os recursos naturais, humanos e financeiros utilizados na produção e confeção dos alimentos, como permite que estes se mantenham no ciclo de vida e que cumpram o fim para o qual foram produzidos – consumo humano; não só evita a emissão de gases CO2 para atmosfera como contribui para as metas nacionais e europeias para a redução de emissões CO2; outros “não só” poderíamos continuar a enunciar como vantagens da recuperação de excedentes alimentares em fim-de-vida, em prol do bem-estar social, da economia e do meio-ambiente.

 
 

Este trabalho conjunto é realizado utilizando os meios que já existem nos locais onde a recuperação de excedentes alimentares acontece, maximizando os recursos que já se encontram nos diversos concelhos do país (nas entidades doadores e recetoras), por forma a tornar o nosso próprio modelo de funcionamento zero desperdício, enquanto organização sem fins lucrativos que visa reduzir o desperdício onde exista.

 
 

O Modelo Operacional obedece às seguintes etapas:

#1 DOADORES

A entidade doadora prepara os excedentes alimentares em boas condições para consumo humano e armazena-os de acordo com o Guia HSA ZERO DESPERDÍCIO.

 

#2 RECETORES

A entidade recetora recolhe, transporta e armazena os excedentes alimentares cumprindo os procedimentos estipulados no Guia de HSA ZERO DESPERDÍCIO.

#3 BENEFICIÁRIOS

Preparação e distribuição dos excedentes alimentares pelos beneficiários - pessoas desfavorecidas ou em situação de vulnerabilidade.

#4  IMPACTOS

Reporte das quantidades de excedentes alimentares doadas e transformação desses dados em impactos sociais, económicos e sociais.

#1 DOADORES

Associação de Restaurantes, Hotéis, Festivais de Verão, Eventos, Retalho, entre outros ao movimento Zero Desperdício.

#2 RECETORES
E VOLUNTÁRIOS

Associação de Restaurantes, Hotéis, Festivais de Verão, Eventos, Retalho, entre outros ao movimento Zero Desperdício.

#3 RECETORES
(ongs, juntas, etc)

Associação de Restaurantes, Hotéis, Festivais de Verão, Eventos, Retalho, entre outros ao movimento Zero Desperdício.

#4 BENEFICIÁRIOS

Associação de Restaurantes, Hotéis, Festivais de Verão, Eventos, Retalho, entre outros ao movimento Zero Desperdício.

#1 a 4 ZERO DESPERDÍCIO

A ZERO DESPERDÍCIO coordena e monitoriza todas as etapas do processo; estabelece os contactos entre as entidades doadoras e recetoras, define o processo de doação estratégica e operacionalmente; capacita as entidades doadoras e recetoras para que a doação cumpra as normas de higiene e segurança alimentar nacionais e europeias; monitoriza as condições de transporte, armazenamento e distribuição de excedentes alimentares realizado pelas entidades recetoras; é o elo de ligação entre as entidades doasdoras e recetoras; estabelece pontes entre todos os agentes – entidades doadoras, recetoras, empresas, câmaras e juntas de freguesia; realiza o tratamento dos dados referentes às doações realizadas transformando os mesmos em impactos sociais, económicos e ambientais, imprescindíveis à determinação da pegada ecológica das diversas entidades; investe no desenvolvimento de recursos lúdico-pedagógicos, bem como, promove campanhas de comunicação que visam a sensibilização para a prevenção e redução do desperdício alimentar.

Monitorização e coordenação contínua de todas as etapas do processo, estabelecimento de pontes entre todos os agentes – entidades doadoras e recetoras -, estabelecimento de protocolos com as diversas cidades, empresas, câmaras e desenvolvimento de campanhas de awareness.